Sou o Dr. Leonardo Aguiar, cirurgião plástico em Blumenau. Sou membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), entidade que reúne especialistas em Cirurgia Plástica no Brasil. Minha atuação é voltada à cirurgia plástica estética e reparadora. Priorizo o planejamento individualizado, a segurança e busco resultados compatíveis com a anatomia e as características de cada paciente.
Dr. Leonardo Aguiar
Médico – CRM-SC 9847
Cirurgião Plástico – RQE 8345
Graduei-me em Medicina pela Universidade Católica de Pelotas. Após a graduação, realizei residência em Cirurgia Geral no Hospital Santa Isabel, em Blumenau. Essa etapa estabeleceu uma parte importante da base cirúrgica da minha formação.
Formação em Cirurgia Plástica na Escola Ivo Pitanguy
Posteriormente, fui para o Rio de Janeiro para realizar minha formação em Cirurgia Plástica no Instituto Ivo Pitanguy, em programa vinculado à PUC-Rio. Convivi durante três anos com o Professor Ivo Pitanguy e sua equipe.
Essa formação influenciou a maneira como compreendo a cirurgia plástica até hoje: técnica e conhecimento anatômico são fundamentais, mas precisam estar associados à capacidade de compreender cada paciente, suas proporções, suas expectativas e aquilo que deve ser preservado.
Após minha formação, retornei a Blumenau, onde desenvolvo minha atividade profissional como cirurgião plástico. Ao longo da prática clínica, tenho atuado em diferentes áreas da cirurgia plástica da face e do corpo.
Entre os procedimentos que fazem parte da minha atuação estão cirurgia das pálpebras, lifting facial, rinoplastia, otoplastia, cirurgia das mamas e abdominoplastia. Incluo também lipoaspiração e outras cirurgias indicadas de acordo com a avaliação individual de cada paciente.
Antes de indicar uma cirurgia, procuro compreender três pontos: o que realmente incomoda o paciente, quais alterações anatômicas estão presentes e o que a cirurgia pode — e não pode — modificar.
Com os anos de prática, passei a considerar cada vez mais importante separar o desejo de realizar determinado procedimento da indicação médica propriamente dita.
Duas pessoas que procuram a mesma cirurgia podem apresentar anatomias, expectativas e necessidades completamente diferentes. Só depois dessa compreensão discuto a técnica.
Não considero que exista uma técnica ideal para todas as pessoas. Existe uma decisão que precisa fazer sentido para aquele paciente, naquele momento.
Essa forma de pensar também significa reconhecer quando uma cirurgia deve ter sua extensão limitada. Além disso, avalio quando outro tratamento pode ser mais adequado ou quando não realizar um procedimento é uma alternativa que merece ser considerada.
Além da atividade assistencial, minha trajetória profissional inclui participação em educação médica, eventos científicos, projetos de inovação em saúde e iniciativas relacionadas à transformação da prática médica.
Participei como palestrante do TEDx Blumenau, abordando o conceito de cocriação em saúde, e desenvolvi atividades de curadoria, coordenação e educação em programas voltados a médicos e profissionais da saúde.
Também participei de iniciativas relacionadas à inovação e à aplicação de novas tecnologias na medicina. Para mim, tecnologia tem valor quando contribui para melhorar decisões, processos e a experiência das pessoas envolvidas no cuidado.
A medicina e a cirurgia plástica continuam evoluindo. Por isso, considero a atualização profissional parte da responsabilidade de quem exerce a especialidade.
Ao longo da minha trajetória, participei de congressos, cursos, encontros científicos e atividades educacionais no Brasil e no exterior. Parte dessa formação complementar está apresentada nesta página.
Mais do que reunir títulos, considero importante que esse aprendizado se traduza na prática: avaliar melhor, indicar com critério, explicar com clareza e acompanhar cada paciente ao longo de sua jornada.
Sou formado em Medicina pela Universidade Católica de Pelotas (RS), onde concluí minha graduação em 2001. Após a faculdade, realizei residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Santa Isabel, em Blumenau (SC), etapa fundamental para a construção da minha formação cirúrgica.
Posteriormente, fui para o Rio de Janeiro, onde realizei minha formação em Cirurgia Plástica no Instituto Ivo Pitanguy, em programa vinculado à PUC-Rio.
Durante esse período, tive a oportunidade de conviver diretamente com o Professor Ivo Pitanguy e sua equipe. Fui escolhido pelo próprio professor para trabalhar ao seu lado em sua clínica privada, experiência que me permitiu acompanhar de perto não apenas sua técnica cirúrgica, mas também sua maneira de compreender a Cirurgia Plástica e, principalmente, o paciente.
Foi nessa convivência que pude compreender melhor como Ivo se transformou em Pitanguy — como conhecimento, técnica, sensibilidade, experiência e uma maneira particular de olhar para cada pessoa ajudaram a construir um dos grandes nomes da Cirurgia Plástica mundial.
Ivo Pitanguy e Leonardo Aguiar - 2009
Dr. Leonardo Aguiar e Professor Ivo Pitanguy
Minha trajetória profissional também está ligada à inovação, à educação médica e à transformação da prática médica.
Em 2012, participei de um processo seletivo internacional da Singularity University com o projeto “Disruptura do Modelo de Negócio da Prática Médica através da Cocriação de Saúde”. A partir dessa experiência, fui selecionado para participar do FutureMed, realizado em fevereiro de 2013 no NASA Ames Research Park, na Califórnia.
O contato com esse ambiente ampliou minha visão sobre o impacto das tecnologias exponenciais, dos novos modelos de cuidado e da participação ativa do paciente na transformação da Medicina.
Desde meu retorno da Singularity University, passei a dedicar parte da minha atividade profissional à educação de médicos e profissionais da saúde em diferentes regiões do Brasil. Ao longo dessa trajetória, participei como educador, curador, consultor e coordenador de projetos relacionados à saúde suplementar, indústria farmacêutica, educação médica e sociedades de especialidades.
Também participei como palestrante do TEDxBlumenau, onde apresentei o conceito de cocriação em saúde e discuti uma visão na qual o paciente deixa de ser apenas receptor do cuidado e passa a participar de forma mais ativa da construção das decisões relacionadas à sua saúde.
Para mim, inovação em saúde não significa simplesmente incorporar novas tecnologias. Uma inovação passa a ter valor quando contribui para melhorar decisões, processos, segurança ou a experiência das pessoas envolvidas no cuidado.
Nos últimos anos, a evolução da Inteligência Artificial abriu uma nova etapa dessa trajetória.
A partir da experiência acumulada em educação médica, inovação e transformação da prática profissional, participei da idealização e curadoria do ADX — AI Doctor Experience, uma experiência educacional criada para aproximar médicos da aplicação prática da Inteligência Artificial na Medicina.
O ADX foi estruturado a partir de uma pergunta central: como a Inteligência Artificial pode ajudar o médico a exercer melhor a Medicina?
Mais do que apresentar ferramentas, a proposta é discutir e experimentar como a IA pode contribuir em diferentes momentos da prática médica — organização da informação, apoio ao raciocínio clínico, educação, gestão, comunicação e acompanhamento do paciente — sem substituir aquilo que continua sendo essencialmente humano na relação médico-paciente.
Essa visão levou ao conceito do médico AI-First: não um médico substituído pela Inteligência Artificial, mas um profissional capaz de compreender suas possibilidades e seus limites e utilizá-la de maneira crítica, ética e responsável para ampliar sua capacidade de cuidar.
A primeira edição do ADX foi realizada em Florianópolis, em outubro de 2025, reunindo médicos, especialistas e profissionais envolvidos com inovação e Inteligência Artificial aplicada à saúde.
Para mim, o ADX representa a continuidade de uma trajetória iniciada muitos anos antes: compreender como novas tecnologias podem transformar a Medicina sem perder de vista que a tecnologia deve estar a serviço do médico, do paciente e do cuidado.
Ao longo da minha trajetória, também busquei ampliar minha formação para compreender outros aspectos relacionados à saúde e ao envelhecimento.
Realizei pós-graduação em Adequação Nutricional e Manutenção da Homeostase Endócrina — prevenção e tratamento das doenças relacionadas à idade — pelo Centro Universitário Uningá.
Esse interesse por diferentes áreas do conhecimento reforçou uma percepção que acompanha minha prática: decisões médicas não devem ser tomadas de maneira isolada. É preciso compreender o paciente, seu contexto, suas características individuais e os diferentes fatores que podem interferir no tratamento.
Ao longo dos anos, procurei aproximar duas áreas que fazem parte da minha trajetória: Cirurgia Plástica e inovação.
Esse interesse me levou a estudar e acompanhar novas tecnologias aplicadas à prática cirúrgica e a buscar formação específica em cirurgia robótica, com certificação pelo Instituto Falke e pela ACSC/Hospital Santa Isabel.
Mas minha relação com a tecnologia é criteriosa. Não considero que uma técnica seja melhor simplesmente porque é mais nova, mais complexa ou utiliza determinado equipamento.
Antes de incorporar uma tecnologia à minha prática, procuro compreender qual problema ela pretende resolver, quais benefícios pode oferecer, quais são suas limitações e para quais pacientes sua utilização realmente faz sentido.
Para mim, tecnologia tem valor quando contribui efetivamente para o diagnóstico, o planejamento, a segurança, a tomada de decisão ou a experiência do paciente.
Acredito que um dos grandes diferenciais da Cirurgia Plástica está na capacidade de cuidar do paciente durante toda a sua jornada.
Uma cirurgia não começa no centro cirúrgico e tampouco termina quando o procedimento acaba. Ela envolve informação, preparação, confiança, segurança e acompanhamento antes, durante e depois da operação.
Trabalho ao lado de uma equipe integrada e experiente, construída ao longo de muitos anos de atuação conjunta. Procuramos estar próximos do paciente e de sua família em diferentes momentos desse processo, oferecendo orientação e continuidade no cuidado.
Esse acompanhamento também se estende ao período pós-operatório. Quando considero indicado, realizo visitas domiciliares, permitindo acompanhar de perto determinados momentos da recuperação no conforto da casa do paciente.
Mais do que buscar uma experiência simplesmente confortável, nosso objetivo é proporcionar uma jornada segura, ética, bem orientada e individualizada, respeitando a anatomia, as expectativas, os limites e as necessidades de cada pessoa.
Esse olhar para toda a jornada do paciente continua sendo um dos princípios que orientam minha maneira de exercer a Cirurgia Plástica.