Nesta página, reúno algumas das minhas principais participações na imprensa. Também apresento conteúdos relacionados à cirurgia plástica, segurança do paciente, experiência do paciente, inovação e inteligência artificial em saúde.
Ao longo da minha trajetória como cirurgião plástico, tenho procurado conciliar experiência, excelência técnica e inovação. Acima de qualquer tecnologia, porém, permanece um princípio: a segurança do paciente.
Minha formação na PUC-Rio e no Instituto Ivo Pitanguy construiu uma base importante para essa trajetória. A ela se somam mais de duas décadas de experiência clínica e minha atuação em educação médica e inovação em saúde. Ao longo desse percurso, surgiram oportunidades para contribuir com entrevistas, reportagens, eventos e discussões sobre o presente e o futuro da medicina.
Em 2013, participei do FutureMed, da Singularity University, realizado no NASA Ames Research Park. Desde então, outros projetos passaram a incorporar inovação, inteligência artificial e educação médica.
Apesar das transformações tecnológicas, uma convicção permanece: a tecnologia deve estar a serviço do médico e do paciente — e não entre eles.
Aqui estão reunidas algumas dessas participações na imprensa. A página também oferece informações e materiais para jornalistas que procuram fontes em cirurgia plástica, segurança e experiência do paciente, inteligência artificial e inovação em saúde.
Leonardo Fernandes de Souza Aguiar é médico cirurgião plástico, professor e palestrante. Sua trajetória conecta prática médica, educação, experiência do paciente, inovação e inteligência artificial aplicada à saúde.
Sua formação em Cirurgia Plástica foi realizada pela PUC-Rio e pelo Instituto Ivo Pitanguy, no Rio de Janeiro. Além disso, participou de produção científica em colaboração com integrantes da Escola Pitanguy. Ao longo dos anos, conciliou a atividade clínica com a educação médica.
Na FURB, em Blumenau, atuou como professor e coordenador da Liga Interdisciplinar de Cirurgia Plástica (LIPLAS). Nesse período, desenvolveu experiências envolvendo empatia, design thinking e Cocriação em Saúde.
Em 2013, esteve entre os participantes selecionados para o FutureMed, programa da Singularity University realizado no NASA Ames Research Park. Durante o encontro, apresentou o projeto “Cocriação do Conceito de Saúde”.
Nos anos seguintes, ampliou sua atuação em inovação. Entre essas atividades, estão a coordenação do Núcleo de Inovação da ACIB e a apresentação “Co-Criação de Saúde” no TEDxBlumenau.
Progressivamente, sua trajetória passou a incorporar transformação digital e inteligência artificial na medicina. Em 2025, participou da idealização do AI Doctor Experience (ADX), iniciativa dedicada à aplicação prática da IA na rotina médica. O encontro recebeu cobertura de televisão, rádio, mídia impressa e digital, incluindo NSC TV, NDTV, Jornal ND e Jovem Pan.
Atualmente, mantém a prática da cirurgia plástica em Blumenau. Paralelamente, participa de projetos, aulas e palestras sobre inovação e inteligência artificial em saúde. Sua abordagem busca utilizar a tecnologia para ampliar a capacidade do médico de cuidar, sem substituir a dimensão humana da medicina.
Ao longo dos anos, diferentes veículos de comunicação acompanharam minha atuação na cirurgia plástica, educação médica e inovação em saúde.
Esta seleção reúne entrevistas e reportagens que ajudam a contar essa trajetória. Em comum, elas refletem um princípio: utilizar conhecimento, experiência e tecnologia para ampliar a segurança e a qualidade do cuidado.
EIN Presswire • 6 de abril de 2023
O Digital Innovation Upskilling Program (DIUP), desenvolvido pela TAMP, reuniu médicos de diferentes países. O objetivo foi promover uma jornada de capacitação em inovação e tecnologias emergentes aplicadas à saúde.
Participei do co-desenvolvimento do programa como Chief DIUP Advisor e Co-Facilitator. A formação combinou aplicação prática, design thinking e desenvolvimento de uma mentalidade de inovação entre médicos.
FutureMed • Singularity University • NASA Ames Research Park • 2013
Em 2013, participei do FutureMed, programa da Singularity University realizado no NASA Ames Research Park, na Califórnia. Minha participação ocorreu após um processo seletivo internacional.
A experiência reuniu profissionais de diferentes países. Naquele momento, discutíamos tecnologias que começavam a transformar a medicina, entre elas inteligência artificial, robótica, impressão 3D e genética.
Em meio a uma discussão intensamente tecnológica, levei uma perspectiva que permanece central na minha atuação: inovação em saúde não pode afastar médico e paciente.
A tecnologia pode contribuir para um cuidado mais seguro, personalizado e participativo. Ao mesmo tempo, deve preservar o julgamento clínico e a dimensão humana da medicina.
Leia a reportagem sobre o FutureMed
Em 2025, participei da idealização do AI Doctor Experience (ADX). A experiência educacional foi criada para aproximar médicos da inteligência artificial de forma prática, crítica e responsável.
Mais do que apresentar novas ferramentas, o ADX nasceu para discutir sua aplicação na medicina. Entre os temas estavam prática clínica, gestão, tomada de decisão e experiência do paciente.
Ao mesmo tempo, o encontro preservou princípios que considero fundamentais: segurança, responsabilidade, julgamento clínico e cuidado humano.
Realizado em Florianópolis, o ADX reuniu médicos, pesquisadores, executivos e especialistas nacionais e internacionais. A programação foi dedicada à aplicação prática da inteligência artificial na saúde. Além disso, a iniciativa recebeu cobertura de televisão, rádio, mídia impressa e digital.
Informe Floripa • 8 de setembro de 2025
A reportagem mostra como a inteligência artificial começa a modificar a rotina dos consultórios. As aplicações vão de tarefas administrativas ao apoio à decisão e à comunicação com pacientes.
Na matéria, compartilho minha visão sobre a necessidade de o médico participar ativamente dessa transformação. Para isso, precisamos utilizar a tecnologia sem abrir mão da ciência, responsabilidade e relação humana com o paciente.
Informe Floripa • 30 de julho de 2025
A cobertura apresentou o ADX como uma imersão prática e estratégica voltada exclusivamente para médicos. Sua proposta integrava inteligência artificial à prática clínica, gestão, presença digital e humanização da saúde.
Além disso, a reportagem apresentou os idealizadores do projeto e antecipou a proposta educacional do encontro.
Informe Floripa • 26 de outubro de 2025
Publicada após o evento, a reportagem apresenta os resultados da primeira edição do ADX. Também destaca a integração entre tecnologia, ética e humanização do cuidado.
A cobertura registra a participação de médicos, executivos, acadêmicos e especialistas. Entre os assuntos discutidos estavam prática clínica, medicina de precisão, comunicação, governança de dados e futuro da profissão médica.
NSC TV — TECH SC
Participação televisiva em 11 de outubro de 2025.
Jornal ND — “Inteligência Artificial generativa está redefinindo os consultórios”
Publicação online e impressa em 15 de outubro de 2025.
Jovem Pan Floripa / Jovem Pan News Floripa
Participações em rádio durante o período de divulgação do encontro.
Além das entrevistas e reportagens, parte da minha trajetória também está registrada em artigos, palestras e espaços de discussão sobre medicina, experiência do paciente, inovação e inteligência artificial.
Esses conteúdos refletem ideias que venho desenvolvendo ao longo dos anos. Embora as tecnologias tenham mudado, uma questão permanece central: como utilizar inovação para melhorar a medicina sem perder aquilo que depende essencialmente do médico e da relação com o paciente?
Jornal ND • 14 de outubro de 2025
Neste artigo, discuto como a inteligência artificial pode assumir tarefas repetitivas, organizar informações e apoiar diferentes etapas da prática médica. Ao fazer isso, ela pode devolver ao médico um recurso cada vez mais escasso: tempo.
Mais do que uma discussão sobre tecnologia, o texto propõe uma reflexão sobre o protagonismo médico na transformação digital. A IA não deve substituir julgamento clínico, responsabilidade ou presença humana. Pelo contrário, quando utilizada de forma adequada, pode contribuir para que o médico esteja mais presente onde realmente faz diferença.
“A voz dos médicos reencontrada pela Inteligência Artificial” foi publicado no Jornal ND, na seção de artigos, em outubro de 2025.
TEDxBlumenau • 2015
Em 2015, levei ao palco do TEDxBlumenau uma reflexão que vinha construindo a partir da prática médica e das experiências anteriores com Cocriação em Saúde.
A palestra “Co-Criação de Saúde” discutiu a possibilidade de o paciente assumir uma posição mais ativa na construção do próprio cuidado. Essa perspectiva amplia a relação tradicional entre médico e paciente e valoriza participação, escuta e responsabilidade compartilhada.
O tema também representa uma continuidade da experiência apresentada no FutureMed e da Cocriação em Saúde acompanhada pelo Jornal do Almoço, da RBS TV, em 2014.
“Conheça a palestra no TEDxBlumenau”
A inovação em saúde só faz sentido quando produz benefícios reais para o paciente.
Na cirurgia plástica, isso significa combinar conhecimento, experiência, planejamento e tecnologia. O objetivo é apoiar decisões mais seguras e oferecer um cuidado cada vez mais individualizado.
Ao longo da minha prática como cirurgião plástico, a segurança do paciente permanece como prioridade em todas as etapas. Isso começa na indicação adequada e no planejamento pré-operatório. Depois, continua durante a cirurgia, recuperação e acompanhamento pós-operatório.
Da mesma forma, acredito que o resultado de uma cirurgia não deve ser avaliado apenas pelo procedimento técnico.
A experiência do paciente começa antes da operação. Ela envolve qualidade da informação, compreensão das expectativas e construção de uma relação de confiança. Além disso, continua durante todo o processo de recuperação.
Tecnologia e inteligência artificial podem contribuir nesse caminho. No entanto, não substituem aquilo que considero essencial na medicina: julgamento clínico, responsabilidade médica, escuta e presença humana.
Minha formação em cirurgia plástica na Escola do Professor Ivo Pitanguy contribuiu para a maneira como compreendo a especialidade.
Essa visão não se limita à técnica. Ela considera também a análise individual, as proporções e a busca por resultados naturais.
A essa formação somam-se mais de duas décadas de prática médica e uma equipe que trabalha em conjunto há muitos anos.
No acompanhamento dos pacientes, procuro manter uma jornada estruturada antes e depois da cirurgia. Ela inclui retornos e, quando indicado, acompanhamento domiciliar.
Para mim, excelência em cirurgia plástica não significa apenas realizar bem uma operação. Significa indicar corretamente, planejar com cuidado, operar com segurança e acompanhar o paciente durante sua recuperação.
Jornal do Almoço — RBS TV / Rede Globo • 18 de julho de 2014
Em 2014, uma reportagem do Jornal do Almoço acompanhou uma experiência de Cocriação em Saúde que eu vinha desenvolvendo.
A iniciativa incorporava conceitos aprofundados durante minha participação no FutureMed, da Singularity University, no ano anterior.
A proposta colocava o paciente em uma posição mais ativa na construção do próprio cuidado. Além disso, antecipava uma discussão que permanece atual na minha prática: a experiência do paciente deve fazer parte do planejamento do cuidado.
Na cirurgia plástica, essa visão se traduz em informação, escuta e alinhamento de expectativas. Também envolve decisão compartilhada e acompanhamento durante toda a jornada do paciente.
A educação médica também ocupa um espaço importante na minha trajetória.
Como professor e coordenador da Liga Interdisciplinar de Cirurgia Plástica (LIPLAS) da Universidade Regional de Blumenau (FURB), participei da formação de estudantes de Medicina.
Nesse período, procurei aproximar conhecimento técnico e experiência clínica de uma compreensão mais ampla do paciente.
Uma dessas experiências aconteceu em parceria com a Associação de Cegos do Vale do Itajaí (Acevali). Na atividade, estudantes de Medicina vivenciaram, com os olhos vendados, algumas das dificuldades enfrentadas diariamente por pessoas com deficiência visual.
A proposta, portanto, ia além do conhecimento técnico. Buscava estimular nos futuros médicos uma competência fundamental para o cuidado: tentar compreender a experiência de quem está do outro lado da relação médico-paciente.
FURB • Medicina • Acevali
A Universidade Regional de Blumenau registrou a experiência em uma reportagem sobre a atividade com os estudantes de Medicina e a Acevali.
A iniciativa aproximou os alunos da realidade das pessoas com deficiência visual. Além disso, ampliou a reflexão sobre empatia, cuidado e formação médica.
Em setembro de 2026, participarei do AExPI International Meeting como palestrante e coordenador da mesa de Inteligência Artificial.
Esse encontro conecta duas partes importantes da minha trajetória: a formação na Escola do Professor Ivo Pitanguy e o estudo das transformações provocadas pela inteligência artificial na medicina.
Minha palestra terá como tema “A Arte da Escola Pitanguy na Era da Inteligência Artificial — O Cirurgião Plástico AI-First”.
O legado da Escola Pitanguy nos ensinou a buscar excelência técnica e artística. Agora, a inteligência artificial inaugura um novo capítulo dessa história.
Nesse novo cenário, continuará liderando quem souber unir talento humano, julgamento clínico e algoritmos.
Para mim, ser um cirurgião plástico AI-First não significa colocar a tecnologia à frente do médico. Pelo contrário, significa compreender suas possibilidades e seus limites.
Assim, podemos utilizá-la de forma responsável, mantendo como prioridades a segurança do paciente, o julgamento clínico e a qualidade da experiência do cuidado.
Da formação em cirurgia plástica à participação no FutureMed, minha trajetória passou por diferentes momentos de transformação. Educação médica, DIUP e AI Doctor Experience também fazem parte desse percurso.
Ao longo dele, tenho procurado compreender como novas tecnologias podem contribuir para uma medicina melhor. No entanto, elas não devem substituir aquilo que depende essencialmente do médico.
Minha participação no AExPI em 2026 representa o encontro dessas trajetórias. De um lado, está a tradição de uma escola que marcou profundamente minha formação. De outro, estão as possibilidades de uma nova geração de tecnologias aplicadas à medicina.
A tradição não precisa competir com a inovação. O desafio é fazer com que ambas contribuam para uma medicina mais segura, eficiente e humana.